E eu fiquei a contemplá-lo.
Subiu a serra e não desceu
Então fui lá para encontrá-lo.
Em um bar o encontrei,
Não foi difícil procurá-lo;
Desde que o conheci, sei
Do seu vício não largado.
Cheguei de manso e o abracei,
(com o pensamento, não com os braços!);
Em seu ouvido sussurrei:
- Já não posso carregá-lo...
Eu sofri, mas foi-se o tempo,
Já não vou mais chorá-lo.
Hoje, ele pega o guarda chuva,
Sobe a serra,
Vai sozinho.
Sem meu abraço.
Farias, Maikele. "Ele subiu a serra...". Fevereiro de 2013. http://livredialogo.blogspot.com.br
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