sábado, 5 de fevereiro de 2011

Filosofia de um pardal...

 Caros leitores, ultimamente tenho recebido alguns e-mails interessantes, hoje vou postar parte de um. Este difere um pouco na escrita e nos termos que costumo utilizar ao escrever minhas postagens, todavia, a mensagem é interessante e fala com simplicidade sobre algo relativamente muito importante. Boa leitura!

domingo, 30 de janeiro de 2011

"Estudar pra quê?????"

 Recebi esta pilhéria por e-mail, mas é difícil saber se choramos ou rimos ao ler, pois apesar de ser mera piada expressa a realidade "torta" da falta de valorização que possue o profissional da educação, que dedicasse a especializar-se, aprimorar seus conhecimentos para realizar um trabalho com maestria e, mesmo assim, neste país não recebe a devida consideração.
 Enfrentam dia-a-dia, o desinteresse em sala de aula, mas mesmo com todos os "desafios" que esta lhes apresenta, não esmorecem no seus objetivos. Hoje em dia, há professores que mediante a realidade da educação -pública em especial-, são verdadeiros heróis que merecem no mínimo congratulações pelo seu belíssimo trabalho. 
 É lamentável ver neste país a falta de valorização que tem um mestre e a própria educação. Enquanto políticos -que muitas vezes sequer possuem curso superior-, ganham altos salários, professores formados, com diversas especializações ganham salários módicos.
                                                                                                                                                        M.S.F.  
                       
 Leiam agora a pilhéria que me chegou por e-mail, e depois do lerem, digam se é de rir ou chorar.


 "O cara termina o segundo grau e não tem vontade de fazer uma faculdade. O pai, meio mão de ferro, dá um apertão:
- Ah, não quer estudar? Bem... perfeito. Vadio dentro de casa eu não mantenho, então vai trabalhar...
O velho, que tem muitos amigos, fala com um deles, que fala com outro até que ele consegue uma audiência com um político que foi seu colega lá na época de muito tempo atrás:
- Rodriguez! Meu velho amigo! Tu te lembras do meu filho? Pois é, terminou o segundo grau e anda meio à toa, não quer estudar. Será que tu não consegues nada para rapaz não ficar em casa vagabundeando? Aos três dias, Rodriguez liga:
- Zé, já tenho: Assessor na Comissão de Saúde no Congresso, R$ 9.000,00 por mês, prá começar.
- Tu tá loco!! O guri recém terminou o colégio, não vai querer estudar mais, consegue algo mais abaixo...
Dois dias depois:
- Zé, secretário de um deputado, salário modesto, R$ 5.000,00, tá bom assim?
- Nãooooo, Rodriguez, algo com um salário menor, eu quero que o guri tenha vontade de estudar depois... Consegue outra coisa.
- Olha Zé, a única coisa que eu posso conseguir é um carguinho de ajudante de arquivo, alguma coisa de informática, mas aí o salário é uma merreca, R$ 2.800,00 por mês e nada mais...
- Rodriguez, isso não, por favor, alguma coisa de 500,00 ou 600,00, prá começar.
- Isso é impossível Zé!
- Mas, por quê?
- PORQUE ESSES SÃO POR CONCURSO PARA PROFESSOR, PRECISA TÍTULO SUPERIOR, MESTRADO ETC... É DIFÍCIL..."

sábado, 29 de janeiro de 2011

Luiz Fernando Veríssimo sobre o "BBB"....

 Meus caros leitores, recebi por e-mail um texto que anda circulando pela internet, supostamente escrito pelo Luis Fernando Veríssimo que fala sobre o Big Brother Brasil (BBB), sendo ou não, resolvi publicá-lo, pois retrata o que de fato é, e representa este programa vil. Boa leitura.


 Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o "BBB"

"Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço... A décima terceira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil, encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.


Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 11 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB 11 é a realidade em busca do IBOPE.



Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 11. Ele prometeu um “zoológico humano divertido”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas. Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou piranha mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!).



Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.



Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.


Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?


São esses nossos exemplos de heróis?



Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), c arteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados. Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia. Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais
saudável e digna. Heróis, são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína, Zilda Arns). Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.


O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.


E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!! Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.



Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!).


Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.



Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...


Texto e Luiz Fernando Veríssimo.

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SUA  NAMORADA MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Mensagem dos Discentes.

 Quando começamos a estudar nessa escola, sabíamos que um dia este dia chegaria e que teríamos de ir embora, mas nunca passou por nossas mentes, que ao longo destes anos de convivência construiríamos laços de amizade tão fortes e profundos quanto os que existem entre nós, nossos mestres, colegas e funcionários deste escola, assim como a própria, passaram a fazer parte do que chamamos de Familia Inácia Machado. 
 Hoje, estamos terminando nosso primeiro grau, e começamos a nos preparar para o segundo, sairemos desta escola honrados de termos feito parte desta grande familia.
 Os amigos que conquistamos aqui não esqueceremos jamais, pois a verdadeira amizade é eterna, e nossos mestres serão eternos.
 A todos os que fizeram parte do meu cotidiano ao longo destes bem aventurados oito anos de Inácia Machado, meu muito obrigado!
 Com certeza, levaremos desta escola muito mais do que apenas conhecimentos curriculares, levaremos grandes recordações de momentos que serão inesquecíveis.

 Segue agora, a transcrição do meu discurso de orador.


 Mensagem dos discentes.
O tempo passa, nossos colegas de escola se dispersam, uns passam de ano, outros não, trocam de colégio... Anos depois tudo o que resta são as lembranças de um tempo que foi e nunca mais irá voltar.
Grandes amizades que ficaram para sempre nas nossas reminiscências. Lembrança de um tempo foi. Muitos de nós, um dia, lembraremos, desta escola onde aprendemos muito mais do que frias disciplinas; aprendemos a viver e a conviver com as pessoas em nosso dia a dia. Aprendemos valores morais e éticos, e o mais importante, adquirimos amigos que serão eternizados em nossa memória.
Das velhas aventuras ou peraltices que passamos juntos, tudo o que restará serão as simples e singelas recordações. Os churrascos com a turma, dos professores cúmplices e amigos, e claro não podemos nos esquecer do pessoal da secretaria que também nos acobertavam em algumas, pequenas, traquinagens que fazíamos.

Vivemos aqui nesta escola muitas aventuras, aprontamos travessuras, divertimo-nos e fizemos amizades. Logo vimos que aquela turma de primeira série, aos poucos foi dissolvendo-se e ao final, poucos da formação original restaram, mas, no entanto, isso não fez diferença alguma, pois o grupo que ficou foi sempre muito unido.

Aqui nesta escola, tivemos a graça de não sermos simples números na chamada, mas sim pessoas de verdade, com direito a vez e a voz. Desenvolvendo assim, nossos próprios conceitos e opiniões, além claro de nossos sensos políticos. Aqui tivemos a liberdade de expressão, podendo manifestar nossas idéias, desde criticas até elogios, tendo vices capazes de pensarem por si próprias e tomarem decisões e uma diretora criativa quanto às soluções para os problemas.

Aqui, fizemos amizades verdadeiras, conhecemos professores dignos que ensinaram com excelência e maestria suas disciplinas e foram capazes de transmitir valores. Conhecemos pessoas e funcionários, que apesar dos duros embates da vida, dos obstáculos que esta os impõe, foram capazes de vencê-los e seguir adiante na estrada da vida.

Durante o tempo que passamos nesta escola, aprendemos muitas coisas das quais nunca esqueceremos, conquistamos e perdemos muitos amigos. Passamos por momentos que ficaram eternizados em nossas lembranças. E em tempo algum esqueceremos os valores éticos e morais que adquirimos nesta Escola. Aqui aprendemos muito mais que as frias disciplinas ditas curriculares. Aprendemos que mesmo nos momentos mais tensos da vida há sempre uma forma de rirmos de sermos alegres, de tornarmos uma difícil experiência em algo proveitoso. E que jamais, por mais difícil que seja o caminho que vida nos fizer seguir devemos desistir de nossos objetivos.

Mas não tivemos apenas professores sérios, todos sabiam ser divertidos, destaca-se nesse quesito, o professor Feliz, que passava cada uma em suas aulas, com seu jeito calmo e sem malícia, sempre acabava por cair em alguma pegadinha, como da vez em que citou o nome dos alunos que teriam que fazer a paralela dizendo: [...] “Vou ficar com a...’’ Pronto, bastou para que a malicia tomasse conta. Mas se por um lado o professor Feliz era sem malicia, tinha a professora Alexandra, que não deixava passar uma! Descobria coisas que nem mesmo os envolvidos sabiam - ou fingiam não saber -, como, por exemplo, namoros que nunca aconteceram, mas que ela viu, ao certo enganou-se, deve ter visto alguém semelhante...  mas vamos deixar o assunto para lá, antes que sua memória acabe voltando... Mas como ia dizendo, raramente caia em alguma pegadinha, estava sempre atenta. E para aqueles que não prestavam atenção ao conteúdo de sua aula ou interrompesse a explicação que se preparasse, pois lá vinha à carimbada de apagador, seguida de boas gargalhadas...

Não poderia deixar de falar de uma pessoa extremamente especial, que desempenhou um papel fundamental no começo de nossa jornada de aprendizado, aquela que nos ensinou as letras e as palavras, aquela pessoa que foi essencial em nossas vidas escolares, nossa alfabetizadora, a professora Jacila, que com muito esmero e dedicação lecionou ensinando-nos os primeiros passos de uma longa jornada de conhecimentos, os quais, neste momento estamos vencendo uma das muitas fases. Pois a jornada do conhecimento é longa e infindável. A esta professora tão querida, que teve o empenho de nos acompanhar nos primeiros passos e na passagem de séries iniciais a finais, devemos um caloroso muito obrigado!

Aqui citei apenas alguns poucos professores, mas se fosse citar a todos, e suas respectivas qualidades, seria preciso muito mais tempo. Mas todos foram com certeza, excelentes profissionais, que cumpriram com suas obrigações como professores.

Nesta escola, aprendemos valiosas lições, mas uma delas talvez a mais importante, a gente aprendeu com uma professora chamada amizade que nos faz lembrar sempre que a vida é feita de pequenos e belíssimos momentos, que compõem a tessitura da palavra felicidade.

Que não devemos simplesmente passar pela vida, devemos vivê-la cada segundo. Viver como se cada segundo fosse o último da existência, que devemos arriscar sem medo de errar. Que bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, que devemos perder com classe e viver com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.

Como já disse Léa Waider, a felicidade é saber aproveitar todos os momentos como se fossem os últimos.

A vida meus amigos é curta, por tanto, curtam a vida sem descuidar-se de si.
Aproveitem sua criatividade para desenvolver seu lado profissional e crescer, sem jamais se esquecer da alegria de viver.
 Lembre-se que um verdadeiro amigo é para sempre.

Tenham sempre consigo três valores: Serenidade: Para aceitar o que não pode ser mudado; Coragem: Para mudar o que pode e deve ser mudado e Sabedoria: Para distinguir uma coisa da outra.

Antes de terminar, gostaria de encerrar com um verso do nosso saudoso poeta, Mário Quintana, que diz o seguinte:

"Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!”

Em nome de todos; nosso muito obrigado aos professores, funcionários, e amigos desta escola.

28 de dezembro de 2010.




Farias, M. S. "Mensagem dos Discentes". Dezembro de 2010. www.livredialogo.blogspot.com
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