sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Sociólogos notáveis.

Introdução
A Sociologia enquanto ciência tem por objetivo estudar, racionalizar, explicar as sociedades, as relações entre os indivíduos, mas não individualmente – a compreensão e o estudo de cada indivíduo é tarefa de outras ciências, como a Psicologia. O sociólogo busca compreender as relações sociais entre grupamentos de indivíduos no meio em que estes se encontram; o comportamento de instituições e associações; as relações de interdependência existentes dentro do contexto politicamente organizado e complexo pela estruturação cultural a que denominamos sociedade.
Costuma-se afirmar que esta ciência tenha nascido no século XVII em meio as grandes transformações ocorridas, dentre as principais o declínio do conhecimento teologal como verdade suma e incontestável e a ascensão do conhecimento científico até então suprimido. As grandes transformações políticas ocorridas em todo o mundo, como a queda da monarquia, a instituição da democracia, o surgimento do Capitalismo, a descoberta das terras do Novo Mundo, a Revolução Francesa com seus ideais iluministas e as Revoluções Industriais – que marcaram a passagem da sociedade feudal para sociedade capitalista, constituíram o principio de uma nova fase caracterizada pela razão e o cientificismo.
No século XIX com o surgimento de sérias crises e o destaque das iniquidades sociais, surge o “social”: um problema a ser pesquisado, estudado em função de reordenar a vida em sociedade. Nos campos clássicos da Sociologia costumava-se enfatizar as ações individuais ou as ações coletivas, neste aspecto destacam-se os trabalhos de quatro grandes nomes desta ciência, Augusto Comte, Karl Marx, Émile Durkheim e Marx Weber. Neste objeto de estudos trataremos acerca da breve biografia e contribuições destes nomes, considerados o arcabouço da Sociologia.

***
Augusto Comte
Nascido em Montpellier, França, em 1798, Isidore Auguste Marie François Xavier Comte, tonou-se, junto a sua escola filosófica, o Positivismo, uma das figuras mais relevantes do século XIX e a mais influente no Brasil, nesta época. É também considerado o “pai” da Sociologia – denominação por ele dada a esta ciência a partir do radical latino “socius” (associação) e do radical grego “lógus” (estudo). Sua intenção era a de elencar todos os estudos sobre a humanidade, incluindo História, Economia e Psicologia, a fim de compreender o que preservava aos grupos sociais unidos, e assim, desenvolver um “antídoto” à desintegração social.
Auguste Comte foi secretário de Saint-Simon¹, quem orientou-lhe ao estudo das ciências sociais, deixando-lhe bastante frisada a ideia de que os fenômenos sociais, da mesma forma que os físicos, podem ser sintetizados em leis, e que todo o conhecimento cientifico e filosófico deve ter o objetivo de aperfeiçoar moral e politicamente a espécie humana.
Comte acreditava que a Europa estava em crise dada sua transição da ordem feudal para a nova ordem capitalista. Pela mesma razão, estaria o consenso social sendo dissociado, uma vez que este seja caracterizado pela forma de pensar, pelas representações de mundo e as crenças de uma sociedade, fatores estes que passavam por uma fase de transformações com as diversas rupturas ideológicas do período, como o declínio do conhecimento teologal e ascensão do cientificismo. Fazia-se imperativo o desenvolvimento de uma ciência “positiva”, a Física Social,  que fosse capaz de modificar estreitamente a ordem social com o objetivo de fazê-la evoluir de forma optimizada e acelerada. A Sociologia deveria, embasada pelos paradigmas das ciências naturais, explicar a sociedade.
Auguste desenvolveu a “Lei dos três Estados”, segundo a qual o pensamento humano desenvolveu-se em três etapas:
  1. Teológica: Explicam-se os processos naturais como efeitos da ação e da vontade de seres ocultos; sendo os fenômenos naturais causados pelas forças divinas; assim sendo, o politeísmo é tido como religião adequada a esta etapa. Quando se lhe substituem pelo monoteísmo, dá-se uma abstração, proporcionando o surgimento da segunda etapa.
  2. Metafísica: os fenômenos são explicados por abstrações racionais; formulam-se diversas teorias acerca do mesmo fenômeno. Esta etapa é considerada por Comte autodestrutível, levando assim ao último estado do pensamento humano.
  3. Positiva: o homem busca conhecer e explicar a natureza através da observação e experimentação, investigando as leis que a regem. Todavia, não se procuram leis gerais que não possam ser verificadas pela experimentação e pela dedução ou raciocínio matemático. Tudo que ultrapassa este limite é tido por metafísico e não tem mérito.
Auguste Comte classifica ainda a ciência de seu tempo de acordo um princípio de generalidade decrescente e complexidade crescente, considerando que a Matemática, Astronomia, Física, Química e Biologia já haviam entrado na etapa positiva, cabendo a Sociologia enquanto ciência da sociedade humana, seguir o mesmo caminho e transformar-se numa física social.
Em 1845, o sociólogo conhece Mme. Clotilde de Vaux, por quem se apaixona, fator este que o fez comprometer de certo modo seu pensamento anterior frente à adoção e pregação de um novo misticismo: a “Religião da Humanidade”, na qual o centro do culto era a própria humanidade. Comte criou um sacerdócio com rígida disciplina, sacramentos e orações para seus adeptos.

***
Karl Marx
Karl Heinrich Marx nasceu em Treves (Trier), filho de um advogado judeu convertido ao Protestantismo. Cursou as universidades de Bonn e Berlim, onde estudou Direito, dedicando-se, todavia, à Filosofia e à História. Ainda em Berlim tomou parte em um grupo denominado “hegelianos de esquerda”, que interpretavam do ponto de vista revolucionário as ideias de Hegel².
Marx não se deteve ao estudo de teorias, desenvolvendo pelo transcorrer de sua vida grande atividade política, ao decorrer da qual desenvolveu a doutrina do Socialismo proletário revolucionário. Dado o radicalismo de suas teorias e ações políticas, Karl foi alvo de perseguições e diversas vezes expatriado. Principiou a difusão de suas convicções por meio do periódico renano “Gazeta do Reno”, que ao passar a sua orientação, acabou vetado pelo governo. Em 1843, ao transferir-se para Paris, Karl Marx conheceu Friedrich Engels³, que se tornaria seu mais fidedigno amigo e colaborador. Juntos, desenvolveram a doutrina do Comunismo Cientifico. Após o II Congresso da sociedade secreta de propaganda “Liga dos Comunistas”, em 1848, Marx compôs seu ilustre “Manifesto Comunista”, onde esboçou o Materialismo Dialético e a teoria da luta de classes, suas principais ideias.  Perseguido pela miséria, apenas graça ao auxílio econômico de Engels, é que Karl foi capaz de concluir a elaboração de “O Capital”, sua principal obra. As limitações de sua condição social, o trabalho excessivo, comprometeram-lhe a saúde, impossibilitando que concluísse “O Capital”. Em 1883 Marx faleceu em Londres.
Para Marx, o sistema capitalista privilegia a exploração do homem pelo homem, e beneficia um diminuto grupo, constituído pelos donos dos meios de produção e por pessoas que passam a tirar proveito de alguma forma do mecanismo capitalista. Segundo sua teoria da mais-valia, um operário, por exemplo, que trabalhe por oito horas diárias e produz em apenas cinco horas o produto correspondente a seu salário, o que ele produzir nas três horas restantes constitui o excedente, ou seja, a mais-valia, da qual o capitalista se empossa.
É imperioso proferir que, o sistema de ideias de Marx, elaborado a partir da Filosofia Clássica alemã, da Economia Política inglesa e do Socialismo francês, conhecido como Marxismo, do qual a essência reside na doutrina econômica, não pode ser compreendido sem o conhecimento de sua fundamentação filosófica. Com isso, estamos circunscritos, neste estudo, as teorias apenas, sem abordarmos propriamente o conteúdo do Marxismo.
Karl Marx previu ainda o fim do sistema capitalista através de uma grande crise econômica que desmantelaria a sua estrutura – desemprego, falência das agências bancárias etc. Em princípio, a maneira de acabar com a estrutura do capitalismo seria fomentar a luta entre as classes que a constituem: o proletariado contra os proprietários dos meios de produção, com a vitória da primeira, que chegaria ao poder, pondo fim a propriedade privada dos meios de produção que passariam a uma posse comum, o que viabilizaria o êxito final: o extermínio de todas as desigualdades sociais.


***
Émile Durkheim
Nasceu na Alsácia, em 1858, estudou na França e na Alemanha, sendo o pioneiro da escola francesa de Sociologia ao conciliar de forma exitosa a pesquisa empírica com a tese sociológica. Influenciado pelo Positivismo de Comte, Durkheim perseverou para tornar as Ciências Sociais em disciplina rigorosamente científica. Sob sua observação, a sociedade é um organismo, semelhante ao corpo humano, onde cada órgão exerce uma função e depende dos demais para existir; importa, portanto, que cada indivíduo sinta-se parte desta estrutura, senão, acarretará em abnormidades sociais que desgastariam este organismo.
Em 1887, Émile Durkheim estabeleceu a cadeira de Sociologia na Universidade Bordeaux. Em 1902, alcançou uma suplência na cadeira de Ciência da Educação, na Universidade Sorbonne, sendo efetivado em 1906, quando passando a lecionar Sociologia e Pedagogia.
Segundo Émile, a Sociologia deve estudar os fatos sociais, os quais possuem três características: (a) coerção social; (b) exterioridade; (c) poder de generalização. Os fatos sociais possuem autonomia, sendo exteriores aos indivíduos e introjetados nestes ao extremo de transformarem-se em hábitos. Em seu entendimento, o sociólogo deveria ser sujeito completamente imparcial, distante da sociedade ao estudá-la, para que suas conclusões sejam verdadeiras, livre de qualquer convenção imposta pela sociedade, e assim ser capaz de criar-lhe “antídotos” às suas mazelas.
Durkheim ajustou técnicas científicas ao estudo das relações humanas, todavia, admoestou que as interdependências puramente estatísticas não são válidas, a menos que seja possível estabelecerem-se nexos lógicos entre elas. Foi precursor no estudo sistemático de um fato social: o suicídio, em sua obra homônima ao mote – “Le Suicide” (1897) -, na qual identifica a autodestruição em três níveis:
  1. Egoísta: é um estado onde os laços entre o indivíduo e os outros na sociedade são demasiado fracos para impedir-lhe o suicídio. Este nível foi detectado por Émile como sendo comum dentre os divorciados, que recorrem à morte para furtarem-se ao sofrimento.
  2. Anômica: desencadeada pela crença de que o mundo social do indivíduo desmantelou-se; acontece quando as normas sociais e leis que governam a sociedade não correspondem com os objetivos de vida do indivíduo. Uma vez que este não se identifica com as normas da sociedade, o suicídio passa a ser uma alternativa de escapar. Durkheim viu esta explicação para os suicidas protestantes.
  3. Altruísta: Durkheim viu isto ocorrer de duas formas diferentes: (a) onde indivíduos se veem sem importância ou oprimidos pela sociedade e preferem cometer suicídio; (b) onde indivíduos veem o mundo social sem importância e sacrificariam a si próprios por um grande ideal.
Émile Durkheim faleceu em Paris em 15 de Novembro de 1917.


***
Marx Weber
Nascido em Erfurt, na Turíngia, a 21 de abril de 1864, foi um sociólogo e economista alemão; em 1894, nomeado professor de Economia na Universidade Friburgo e, logo empós exerceu tal cargo em Heidelberg. Ainda que Marx Weber não tenha desenvolvido uma nova escola sociológica, a despeito do que fizeram seus predecessores vistos até então, pode ser considerado de forma justa como um dos maiores cientistas sociais do século pretérito.
Ufanista alemão, Weber é tido como um dos mais relevantes pensadores modernos, criador da Sociologia da Religião a partir da análise comparativa entre história da economia e história das doutrinas religiosas. Em seu livro, divido em três tomos, “Religionssoziologie” (em Português, “Sociologia das Religiões”), expressa suas ilações acerca dos vínculos entre as ideias e atitudes religiosas, além do aspecto religioso, esta composição aborda questões econômicas e o desenvolvimento do capitalismo.
A Sociologia weberiana é também conhecida por “compreensiva”, uma vez que, distinto de Comte e Durkheim com seus espíritos Positivistas e de Karl Marx com suas convicções revolucionárias, Weber acreditava que é necessário entender o sentido e o motivo da ação do individuo e não apenas o aspecto exterior da mesma. Em outros termos, ele cria que os seres humanos interagem de forma particular, cuja acepção é determinada pelo comportamento alheio. Esse proceder somente se enquadra no que Marx denomina como “ação social” quando o agente confere a sua conduta um sentido ou significado subjetivo e este correferir-se  ao comportamento de outros indivíduos.
Houve de sua parte a preocupação de estabelecerem-se metodologias que permitissem ao cientista estudar tais fenômenos subjetivos sem prodigalizar-se na enorme variedade de aspectos concretos; sendo a principal delas o “Tipo ideal”, segundo a qual se deve primeiro selecionar diretamente a dimensão do objeto a ser analisado e, posteriormente, apresentar esta dimensão de uma maneira mais pura, liberta de suas sutilezas concretas.
Marx Weber faleceu em Monique em 14 de Junho de 1920.

***
Considerações Finais
Hoje a Sociologia é considerada uma ciência de grande relevância, cujas pesquisas interessam de distintas formas a variegados setores, sobretudo, o Estado, talvez o maior financiador de seus estudos, uma vez que, a produção sistematizada de informações referentes à sociedade – abrangendo dados sobre empresas, famílias, grupos de pessoas etc. -, auxiliem no desenvolvimento da atividade governamental.
Neste estudo abordou-se sobre quatro dos grandes nomes ligados a esta ciência, notadamente seus “criadores”. Comte, criador do Positivismo, acreditava que a sociedade deveria ser regida sob ferrenhas normas, sob uma ordem plena, a qual promoveria o desenvolvimento optimizado e acelerado – o progresso – do Estado. Não obstante, existem críticas com relação aos paradigmas desenvolvidos por Comte, cujo modelo de desenvolvimento seria a Europa.
Segundo suas teorias, a Sociologia deveria, a partir da observação dos fenômenos e da descrição de suas regularidades, criar leis úteis ao desenvolvimento social – método positivo das ciências naturais, ou seja, somente é válido o conhecimento produzido através da observação e da experimentação científica destes e das leis gerais, desde que verificáveis, que regem a natureza.  O sociólogo deveria desenvolver uma nova ordem moral em substituição à teológica – a moral científico-positiva.
Émile Durkheim não pensava de forma muito distinta a Comte, para ele esta disciplina deve possuir leis claras e precisas para valer-se como ciência; seu foco era a compreensão dos padrões de conduta.
Karl Marx, por outro lado, vê no capitalismo a razão primordial dos problemas de desigualdade social, da exploração do homem pelo homem, desenvolvendo a teoria do Socialismo, onde o proletariado destituiria as estruturas capitalistas e desenvolveria a sociedade “ideal”, havendo, porém, ainda, a necessidade da existência do Estado – controlado pelos trabalhadores, que organizariam o funcionamento da sociedade – o qual teria a propriedade dos meios de produção. Na segunda etapa do Socialismo, o Comunismo, o Estado seria extinto, e cada um seria remunerado segundo suas necessidades; supôs que neste estágio não havia ambição nem desejo de ostentarem-se símbolos de riqueza.  Todavia, ao longo da História observamos que o emprego desta doutrina de pensamento foi falha em quase todos os países que a adotaram. A Alemanha comunista não persistiu, países a exemplo do Cazaquistão, na Ásia Central, sofreram grandes problemas sociais com o comunismo, muito maiores, quiçá, do que poderiam ter com o regime capitalista. Durante o século XX, os cazaques não tinham o direito de reclamar de nada, mesmo que o desejassem; o regime comunista acabou com a propriedade privada, o gado restou abandonado pelas estepes, fazendo com que 48,6% dos habitantes falecessem por inanição entre os anos de 1932 e 1933. Outro exemplo mau sucedido é Cuba, com problemas semelhantes aos supracitados. Com isso, se faz questionável a coerência das teorias de Marx, que dedicou a vida a seus estudos, composições e lutas políticas, sofrendo perseguições e vivendo em estado de miséria junto a sua esposa. É inegável que a intenção de Karl Marx de criar uma sociedade igualitária, sem problemas sociais decorrentes da contradição entre classes, provocada pelo sistema capitalista, é louvável, mas é preciso reconhecer as falhas de suas teorias, ou antes, de suas aplicações, e procurar retificá-las; é possível que as aplicações das teorias comunistas de Marx tenham sido inexitosas  até então, porque, como ele teorizou, o comunismo seria uma etapa após a “falência inevitável” do sistema capitalista, atualmente em vigor no mundo.
Por fim, Marx Weber traz à Sociologia uma proposta inovadora em relação aos positivistas: de que não se deveria buscar explicar os fenômenos sociais, e sim compreendê-los, visto que a sociedade não estaria submetida a leis imutáveis, mas seria constituída pela contínua ação social dos indivíduos. As leis e regras seriam ocasionadas como um complexo resultado às ações individuais, segundo as quais cada indivíduo escolheria uma forma distinta de proceder. As grandes ideias universais que guiam a sociedade, tais como o Estado, o mercado e as religiões, só existiriam porque muitos indivíduos orientariam mutuamente suas ações em determinado sentido compartilhado. A compreensão da sociedade se daria, portanto, a partir da ação social de cada pessoa, desde que dotada de sentido. Weber ainda atenta para o fato de que o sociólogo nunca é imparcial, uma vez que não pode simplesmente nulificar suas convicções, sua formação cultural, sendo, portanto, necessária à adoção de uma metodologia que irá servir-lhe de diretriz, assegurando sua objetividade. Além disso, afirma  que, os fatos sociais não podem ser observados como coisas, e sim como acontecimentos que o pesquisador nota e busca compreender.

***
Referências
Coelho, Paulo (1974 -). O Zahir. -- Ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2005. Pg.: 82. 316 p.
Comte, Augusto: In: BENTON, William. Enciclopédia Barsa. Rio de Janeiro, São Paulo: Encyclopedia Britannica Editores LTDA. 1964 – 1969; p. 369-370. Tomo 04.
Durkheim, Émile: In: BENTON, William. Enciclopédia Barsa. Rio de janeiro, São Paulo: Encyclopedia Britannica Editores LTDA. 1964 – 1969; p. 242-243. Tomo 05.
Marx, Karl Heinrich: In: BENTON, William. Enciclopédia Barsa. Rio de Janeiro, São Paulo: Encyclopedia Britannica Editores LTDA. 1964 – 1969; p. 62-64. Tomo 09.
Weber, Marx: In: BENTON, William. Enciclopédia Barsa. Rio de Janeiro, São Paulo: Encyclopedia Britannica Editores LTDA. 1964 – 1969; p. 141. Tomo 14.
http://classicosdasociologia.blogspot.com.br/2012/04/classicos-da-sociologia-auguste-comte.html
http://manguevirtual.blogspot.com.br/2010/09/qual-diferenca-entre-durkheim-karl-marx.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_Saint-Simon
http://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Weber                           
http://www.brasilescola.com/sociologia/pensadores-classicos-sociologia.htm
http://www.grupoescolar.com/pesquisa/a-origem-da-sociologia.html
http://www.infoescola.com/sociologia/auguste-comte-e-a-lei-dos-tres-estados/#
http://www.mundociencia.com.br/sociologia/sociologia.htm
http://www.travessa.com.br/SOCIOLOGIA_DAS_RELIGIOES_CONSIDERACAO_INTERMEDIARIA/artigo/e69554bc-d77b-4664-b3f3-8e559dc7ac7b

--------------------------------------------------
1. Claude-Henri de Rouvroy, Conde de Saint-Simon, foi um filósofo e economista francês, nascido em 17 de Outubro de 1760, e um dos fundadores do socialismo moderno e teórico do socialismo utópico. Propôs a criação de um novo regime político-econômico, pautado no progresso científico e industrial, em que todos os homens dividissem os mesmos interesses e recebessem adequadamente pelo seu trabalho. Faleceu no dia 19 de Maio de 1825, em Paris.
2. Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831) foi um filósofo alemão. Recebeu sua formação no Tübinger Stift (seminário da Igreja Protestante em Württemberg). Foi um dos criadores do idealismo alemão. Seu cômputo historicista e idealista da realidade como uma Filosofia europeia completamente revolucionada denota que foi, de fato, um importante precursor da Filosofia continental e do marxismo.
3. Friedrich Engels (1820-1895) foi um teórico revolucionário alemão que junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo científico ou marxismo. Ele foi coautor de diversas obras com Marx, sendo a mais conhecida o “Manifesto Comunista”. Também ajudou a publicar, após a morte de Marx, os dois últimos volumes de “O Capital”, principal obra de seu amigo e colaborador.

Farias, M. S. "Sociólogos notáveis". Outubro de 2012. http://livredialogo.blogspot.com.br/
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported. Deve ser citada conforme especificado acima.

Licença Creative Commons
Esta obra de Farias, M. S., foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.
Baseado no trabalho em livredialogo.blogspot.com.br.
Permissões além do escopo dessa licença podem estar disponível em discente.farias@gmail.com.

4 comentários:

  1. Muito bom o texto. Me esclarece uma dúvida: no início da página, trata-se do símbolo da sociologia?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado pelo elogio! Sim: ao lado do subtítulo "Introdução", à direita, é o símbolo da Sociologia.

      Excluir
    2. Perdão amigo, mas a letra grega Psi não é o símbolo da sociologia.

      Excluir
    3. Unknown: obrigado por esclarecer! Escrevi esse texto no Ensino Médio. Nunca mais o revisei.

      Excluir

Obrigado por comentar, pois sua opinião é muito importante!
Volte sempre!

 
Licença Creative Commons
Diálogo Livre de Farias, M. S. et alia é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.
Baseado no trabalho em livredialogo.blogspot.com.br.
Permissões além do escopo dessa licença podem estar disponível em discente.farias@gmail.com.

Blog Archive