quinta-feira, 28 de março de 2013

Internet: um benquisto insumo da guerra

Guerra Fria.
Durante o conflito ideológico entre a extinta União das repúblicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S.) e Estados Unidos da América (E.U.A.), ocorrido de 1945 a 1994, este último, temendo um ataque aéreo russo a uma de suas agências de inteligência e, com isso, a perda ou vazamento de informações, buscou desenvolver um meio de comunicação entre tais agências de forma a possibilitar mútuo compartilhamento de dados. Desta forma, eis que surge à década de 1960, a “Arpanet” (“Advanced Research Projects Agency Network”, ou, em Língua Portuguesa, “Rede da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada”); este foi o marco mais importante do século XX no tocante ao desenvolvimento dos meios de comunicação que hoje observamos, utilizamos, quotidianamente, no século XXI.
Queda do Muro de Berlin.
Após o começo de uma coexistência pacífica entre os protagonistas da Guerra Fria, não mais havendo o perigo de um ataque russo, o governo estadunidense cedeu o uso da “Arpanet”, também, às universidades, a fim de que pudessem, pela comunicação entre si, ampliar suas pesquisas, em especial as relacionadas à defesa militar – principal interesse do governo em tal concessão. A expansão do uso do “Arpanet” fez com que esta sobrecarregasse, surgindo, destarde, a “Milinet” – para fins militares; restando a primeira fins não-militares.
No Brasil os primeiros usos da já então denominada “internet” deram-se em 1982, com finalidades estatais, segundo o site “Brasil escola”, somente em 1991 as universidades, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia, obtiveram acesso à rede. Isso possibilitou a docentes, alunos e amigos de alunos acesso a pesquisas e informações de outras universidades, inclusive de fora do país.
Arpanet
Do desenvolvimento da “Arpanet”, de seus primeiros usos acadêmicos nos E.U.A., à sua chegada ao Brasil, diversas inovações e melhorias sugiram, a exemplo do termo próprio termo “internet” e dos endereços eletrônicos com o símbolo “@”. Esta tecnologia de comunicação evoluiu muito rapidamente em espaço de tempo relativamente curto.
Das últimas décadas do século XX ao atual, essa tecnologia passou por grandes aperfeiçoamentos, em boa parte, advindos da iniciativa privada. Bill Gates e Steve Jobs, por exemplo, com suas empresas “Microsoft” e “Apple”, respectivamente, foram grandes “revolucionários” na área de informática, desenvolvendo sistemas operacionais e aperfeiçoando softwares e hardwares. Outros nomes também tiveram importante papel na concepção da internet que hoje conhecemos; por exemplo, Tim Berners-Lee, desenvolvedor do “World Wide Web” (www); a empresa “Netscape”, desenvolvedora do protocolo de segurança “HTTP”, que possibilita que se façam transações bancárias e comerciais pela internet.
Internet hoje.
Atualmente, a tecnologia da informação evoluiu tanto que, um computador capaz de realizar diversas funções simultaneamente, pesa gramas, cabendo à palma da mão. Isto sem mencionar as conexões de internet de alta velocidade.
A internet representou uma verdadeira inovação no campo da comunicação: tornou-se possível o compartilhamento de conteúdo com o mundo todo; interagir com pessoas através de redes sociais, blogs, sites de noticia, et relíqua. Contudo, possui aspectos negativos, tais como a exposição do usuário, comprometendo sua privacidade e mesmo sua segurança, seu bem-estar físico e emocional. Conforme evoluíram suas funcionalidades, também se aperfeiçoaram os crimes cibernéticos.
Há quem afirme que toda essa tecnologia esteja contribuindo pesadamente para o imediatismo, consumismo e para a deterioração das relações afetivas dos indivíduos à sociedade coetânea. Tal como qualquer outra coisa, o uso destas tecnologias requer cuidados, limitações e, sobretudo, análise acerca do que se vincula por meio dela. O que é excessivo tornar-se quase sempre pernicioso de uma ou outra forma.
O que começou como uma tecnologia militar voltada à guerra, hodierno é uma ferramenta de interação social, de democracia, onde se podem expor ideias, ter acesso as mais variegadas informações e culturas. É, enfim, um instrumento de sociabilização, de serviços e comodidades; uma janela para o universo e um benquisto insumo da guerra.

Farias, M. S. "Internet: um benquisto insumo da guerra". Março de 2012. http://livredialogo.blogspot.com.br/
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quinta-feira, 21 de março de 2013

Olhos negros Desconcertantes... - Parte 9


                                                                   
                                                                           9.

           Voltemos há algum tempo atrás...           
 Estes relatos começaram quando Antônio casava-se, custa-me dizer-lhes que muitos meses passaram desde o dia em questão. Há tanto que passou, mas não há muito a contar... Bem, antes de tudo quero saudar a inspiração que voltou a aparecer-me ainda há pouco. Quando pensei que estava perdida, ainda mais, quando os sonhos esvaiam-se em ácido, dei por mim imaginando o que esperar do futuro. Não havia nada. “O futuro - muitos dizem - é feito dia a dia, hoje é o futuro de ontem. O futuro de hoje é o amanhã!”. A lógica diz-me que estão corretos, entretanto quem já viveu uma vida sem preocupações?
 Devo contar-lhes: Antônio separara-se. Em menos de 11 meses não aguentou o que a vida de casado lhe oferecia, foi-se embora com a roupa do corpo. “Era muito pouco...”, disse-me ele ao visitar-me. Tentei sugerir-lhe um reatamento. “Teu casamento foi tão lindo!”, disse-lhe esperando não dar assistência às suas desesperanças, mas em resposta Antônio olhou-me com incredulidade e partiu com passos duros, batendo a porta atrás de si.
 Já sobre Petrus...
 Logo após o final de semana deixei a casa de campo. Deixei-o. Ele não me pediu para que ficasse. Não disse-me adeus. Logo antes de partir procurei-o em todos os cantos, mas o homem havia evaporado! Deixei um recado agradecendo a estada. Despedi-me de Sr.ª Blair e parti. Soube que não voltaríamos a nos ver dias depois, quando recebi uma carta sem remetente. Dizia apenas: “Morra!”. Foi o clichê que me fez morrer; ri até não poder mais. Ri até entender o que aquilo significava; finalmente eu entendia o amor. Guardei o recado para futuras risadas despreocupadas. Causou-me ódio apenas o anexo. Ele mandava o bilhete que havia lhe escrito às pressas (já que ansiava minha volta ao lar) e rabiscou os erros ortográficos. Não achei graça neste acontecimento, mas poupei papel e caneta diante de qualquer desejo de vingança.
 O amor é raiva represada.  E só.
 Enfim... Já não sei o que contar. A história acaba aqui! Depois de Petrus nada tão “interessante” me aconteceu. Tão frustrante, mas a rotina deu jeito de fazer-me esquecer do que vivi. Não esquecer por completo afinal lembranças nunca morrem.
 “O sonho acabou!”, diria John Lennon, mas direi: “Que a vida comece!”. Vamos para as ruas...

Farias, Maikele. "Olhos negros Desconcertantes... - Parte 9". Março, 2013. http://livredialogo.blogspot.com.br/ 
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terça-feira, 19 de março de 2013

Quando o medo [...]

Percorre em minha alma,
Percebo a falta da fala,
Minha mente encontra-se desequilibrada,
A alma chora a falta,
Onde está a tal coragem?
Meu mundo se torna ilegível,
Ou apenas não há,
Colapso, desequilíbrio emocional,
Minha personalidade desaparece,
Morro debaixo de minha própria imagem,
O silêncio me traz paz,
Meu olhar mostra tristeza,
Presa dentro de uma dor,
Não há ninguém para salvar-me,
Vi o céu atraindo-me
Somente uma ilusão,
Escrevi no papel,
Para lembrar-me ao fim do furacão,
E, quando voltar o medo não vencerá.


Morgana (M.A.R.). "Quando e medo [...]". Março de 2013. http://livredialogo.blogspot.com.br
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quinta-feira, 14 de março de 2013

Aparentemente...

Amanhecera um agradável dia na pequena cidade de Passa-perto. Desde muito cedo o “seu” prefeito já estava de pé, a fim de ser o primeiro a chegar à prefeitura e poder ficar cuidando do atraso dos funcionários da casa, em especial os da oposição...

O nosso querido prefeito, de nome Veriato Nonatalho, gostava por demais de conversar com dona Orelhana Vidajena, douta sabedora de assuntos gerais da população em geral; o tipo de pessoa que vai à missa e presta mais atenção na plenária que na celebração, já que no padre ela atentava... Essa costumeira prática dos dois, logo de manhazinha, era mais rendosa ao gestor público do que ler “O Pasquim”, único periódico da cidade; de qualquer forma, o jornal era inútil ao prefeito, já que ele não sabia ler...

Através de nossa bem-intencionada conhecedora de assuntos públicos e pitorescos, o “seu” Veriato descobre que chegara a cidade e estava hospedado no “Slum Hotel” – o melhor da cidade e também o único -, o doutor de origem britânica, que aqui viera passar suas férias e que atendia pelo nome de Owen Mohammed. De pronto Nonatalho mandou preparar uma grande festa para acolher o ilustre; mandou que o transferissem para a melhor suíte do “Slum”, que lhe pusessem à disposição uma limusine – que na falta foi o Fiat 147 do prefeito -, tudo isso à custa do erário municipal...

Antes do meio-dia Passa-perto inteira já estava em polvorosa, pedindo autógrafos e fotos do imponente – e um tanto arrogante – doutor Mohammed.

Rico Tranlhambique, dono-diretor do Pasquim, tendo estudado até a oitava série, era o mais apto de seus pares a redigir a notícia sobre o visitante estrangeiro, que ganhou primeira página. Um artigo verdadeiramente glamoroso, tirando-se os erros gravíssimos de ortografia, os exageros e toda a sorte de inverdades e besteiras.

Às cinco horas da tarde do dia seguinte, no “Parvoid’s  Theatry”, estavam todos os habitantes de Passa-perto ansiosos para ouvir as grandes ideias do brilhante Owen.

As principais autoridades da cidade, o padre, a madre, o médico – único do local -, a diretora da escola municipal, o presidente da câmara, o prefeito, os principais intelectuais de Passa-perto, ao todo umas trinta pessoas, já estavam assentadas à mesa principal, deixando a cadeira ao centro para o renomado palestrante.

Depois de meia hora de discurso do prefeito, e mais alguns minutos de comentários das outras autoridades, enfim, toma a palavra o sábio Mohammed.

“- Como sabem, e se não sabem deveriam, eu compus um livro didático que propõem uma nova abordagem, diferente daquela grande besteira ensinada nas escolas “atuais de hoje”; eu resolvi reunir em uma coisa só a ciência, a filosofia, a matemática e todo o resto. Vou ler para vocês um pedacinho, não espero que entendam, mas escutem: “o corpo humano divide-se em cabeça, tronco e membros; (cantando e gesticulando) cabeça, ombro, joelho e pé, joelho e pé (fim da cantoria). Tem gente que não usa a cabeça e o que mais faz é andar por aí sem cabeça, outros o que mais têm é perna, e correm mais que os outros”.

 Percebendo-se de que entravam no prédio alguns policiais e enfermeiros, o palestrante se apressa:

“- Eu fui convidado a dar aulas em Stanford, mas não irei aceitar... Aí eles mandaram me buscar...”.

E nisso começa a fugir. De repente um  dos policiais o domina, enquanto tenta desvencilhar-se, um enfermeiro aplica-lhe uma injeção de sedativos. Apavorado, o prefeito começa a protestar.

Descobre-se então que, o célebre palestrante, o pomposo doutor Owen Mohammed era, na verdade, um tal de Alieny Mimole, um sujeito completamente maluco que conseguira mais uma vez, não se sabe como, fugir do manicômio.

 Não teve outra... O prefeito e toda cidade de Passa-perto viraram motivo de chacota na prensa da capital e nas cidades vizinhas...
(Inspirado na obra de Deonísio da Silva)

Farias, M. S. "Aparentemente...". Março de 2013. http://livredialogo.blogspot.com.br/
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quarta-feira, 13 de março de 2013

O erro.

O frio esgota na alma,
Machuca a pele,
Arde a calma,
Fere na mágoa,
Provoca a miséria,
Torna o processo difícil.
No calor,
Queimamos na maldição,
Do povo na isolação,
Todos sem laços,
Como um pensamento em pedaços,
Servimos eternamente,
Sem paz e no meio de uma alucinação,
Chorando pelo perdão,
Para que haja a aprovação.

Morgana (M.A.R.). "O erro". Março de 2013. http://livredialogo.blogspot.com.br
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terça-feira, 12 de março de 2013

Conclave coepit!




A tirinha é bem-humorada, contudo, esse conclave poderá ser bastante longo, quiçá, um dos mais longos dos últimos anos, afinal, pelo que se especula a situação política interna da Santa Sé é muito delicada. O Papa que for eleito deverá lidar, logo de saída, com assuntos polêmicos e demasiado sensíveis, em outras palavras, vai pegar "uma batata fervendo"... A renuncia de Bento XVI foi, sobretudo, uma ação política inteligente, um "tapa de luva" ou "última cartada" em relação à partes da cúria. Ele foi eleito sob a visão de conservador e, estava mostrando-se um forte reformista, um progressista aos olhos de alguns, pretendo agir mais pesadamente em relação aos crimes de pedofilia e corrupção dentro da Igreja, além de agir decisivamente em prol da coibição de outros delitos. Pelo que se supõe, ele estava sobre pressão, acuado entre os ferrenhos "conservadores" e os "progressistas", de certa forma, de "mãos, talvez, quase atadas". É claro que, sendo o Pontífice, poderia exercer a "ex cátedra" e agir segundo lhe aprouvesse, mesmo demitindo os membros corruptos do alto clero, porém, isto geraria, certamente, uma imagem muito negativa da Igreja, ainda mais com as hipérboles e estereótipos da mídia e dos anti-Igreja. Demitindo-se, Bento XVI força também a demissão de poderosos do alto clero, cabendo a seu sucessor a árdua tarefa de "pôr ordem na casa"; de eleger dignitários de maior confiança e harmonia com suas decisões, a fim de poder - e espero que o faça - continuar o trabalho de Bento XVI na punição suma aos pedófilos (de preferência os excomungando publicamente e, entregando ao poder temporal para que sejam julgados e recebam a devida vindita) e no combate a corrupção do clero.
Em minha humilde opinião, Bento XVI jamais se mostrou um "progressista" ou um "conservador" na acepção costumeira desses vocábulos, ele foi certamente um "preservador", um "resgatador" da Igreja – ao menos tentou sê-lo. Pelo pouco que sei, ele buscou combater os desvios do clero e da Igreja em relação à doutrina pura do próprio Cristo; ele visava resgatar e preservar a Igreja dos apóstolos, tal como era em seu princípio, sóbria e longe do inebriante "poder" da autoridade, humilde e dedicada em transmitir a Boa-nova, em vivê-la...

Farias, M. S. "Conclave coepit!". Março de 2012. http://livredialogo.blogspot.com.br/
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quinta-feira, 7 de março de 2013

Alucinações de um dia sem Sol...

 O Sol mora em outra cidade, mas não deixa de me perturbar, (ô tormento!). Vem cá e já vai invadindo, inspirando esse sentimento de paz, querendo me levar, me iluminar...
 Quem dera eu pudesse ser Lua pra não ter de vê-lo. Oxalá eu pudesse ser humana por inteiro para querê-lo por perto. Mas não sou! E então, quando ele vem, eu já vou me perfumando e botando roupa bonita para ir lá fora, para pegar uma cor.
 O Sol enlouquece quem o olha muito e escuta ou entende... Enlouquece muito mais se não entende nada, se só tenta adivinhar. É preciso ler mentes para entender-te... Aliás, é preciso ler Sóis. Quem sabe, somente assim, me entenderei também... 

Farias, Maikele. "Alucinações de um dia sem sol". Fevereiro de 2013. http://livredialogo.blogspot.com.br
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Diálogo Livre de Farias, M. S. et alia é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.
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