sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Aqui Perante a Mim.

Os mais profundos desejos
Podem ser a razão de viver
Numa escuridão, frequentes lampejos
São incapazes de curar
A dor do maior sofrer

As tais palavras que ditei

Adentram na alma com força
Assim eu torturei
O doce amor da bela moça

Tenho minha escolha

Lutar ou desistir
Da árvore, cai a folha
Sem ter para onde ir

O infinito azul do mar

Os raios do sol a brilhar
Me trazem recordações
E levam a um mundo de ilusões

O precioso canto das aves

Uma humilde melodia
Sozinho à tarde
Me afogo em lágrimas e melancolia

Oh! Meu Senhor!

Me mostre o que aconteceu
Será eu? A causa daquela dor?
Em um instante senti
Que algo em mim se perdeu

Não possuo a eloquência

Nossa história chegou no fim
Resta a ingrata consequência
Aqui perante a mim

Garcia, Samuel. "Aqui perante a mim". Setembro de 2013. http://livredialogo.blogspot.com.br/
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